Psicólogos explicam os benefícios de se fazer bolos, biscoitos ou pães para outras pessoas


Comida, Doce, Notícia 20.set.17 Nenhum Comentário

Olá Docinhos!

“Não se trata apenas de dar alguma coisa doce à outra pessoa.”

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As pessoas que gostam de fazer bolos ou biscoitos aproveitam qualquer desculpa para esquentar seus fornos. Fazem um bolo para comemorar o aniversário de alguém, dedicam tempo assando biscoitos para um dia de festa e preparam brownies simplesmente porque todo o mundo adora chocolate. Mas assar bolos e bolachas é muito mais do que apenas criar algo doce para comer. Especialmente quando é feito para outras pessoas, é um ato que traz toda uma série de benefícios psicológicos.

Assar bolos e biscoitos é uma forma produtiva de autoexpressão e comunicação.

“Assar bolos ou biscoitos deixa a pessoa dar vazão à criatividade”, disse ao HuffPost a professora de ciências psicológicas e cerebrais da Boston University Donna Pincus.

“Há muita literatura científica que confirma a ligação entre expressão criativa e bem-estar geral. Quer seja pintura, fazer música ou preparar um bolo, as pessoas reduzem seu estresse quando têm alguma forma de dar vazão à sua criatividade.”

Quando assamos um bolo ou biscoitos para outras pessoas, isso pode também ser uma maneira de transmitir nossos sentimentos a elas. Susan Whitbourne, professora de ciências psicológicas e cerebrais na University of Massachusetts, chama a atenção para a tradição cultural de se levar um prato de alimento às pessoas que perderam um ente querido.

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Às vezes não existem palavras para expressar o que você sente, e apenas a comida é capaz de transmitir o que você quer dizer ao outro. Whitbourne disse ao HuffPost: “As pessoas que têm dificuldade para exprimir seus sentimentos em palavras podem demonstrar gratidão, apreciação ou condolências, oferecendo às outras um bolo ou uma travessa de biscoitinhos”.

Julie Ohana é assistente social médica e terapeuta que trabalha com artes culinárias. Ela disse ao HuffPost:

“Em muitas sociedades, em muitos países, a comida realmente representa uma expressão de amor. Isso é belo, porque é algo que todos podemos entender. Acho que pode chegar a ser pouco sadio se a comida tomar o lugar da comunicação no sentido tradicional, mas, se ela é oferecida lado a lado com palavras, é uma coisa positiva e maravilhosa.”

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Todos nós já ouvimos falar nos benefícios da meditação e do mindfulness – para citar apenas dois benefícios, elas aumentam a felicidade e reduzem o estresse. Assar bolos e biscoitos pode proporcionar alguns dos mesmos benefícios a quem o faz. “Para preparar bolos ou biscoitos é preciso prestar atenção plena ao que se faz. É preciso medir as quantidades e abrir a massa. Quando você concentra sua atenção nos aromas e sabores, em estar presente com aquilo que está criando, esse ato de mindfulness, de atenção consciente no momento presente, também pode reduzir seu estresse”, explica Pincus.

Essa ideia fundamentada é uma das razões por que a terapia com arte culinária está ganhando mais destaque, lado a lado com a terapia artística – as duas coisas se enquadram em um tipo de terapia conhecido como ativação comportamental. Ohana conta que está sendo procurada por cada vez mais pessoas que querem recriar o modelo que ela adotou em suas próprias práticas terapêuticas.

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“Assar pães, bolos ou bolachas requer pensar passo a passo e seguir as etapas específicas do aqui e agora, mas também exige que se pense nas receitas como um todo, no que você vai fazer com elas, em quem vai consumir aquele prato, o momento em que você vai compartilhá-lo com alguém. Por isso, preparar bolos é uma maneira muito boa de desenvolver aquela consciência equilibrada do momento e do contexto mais amplo”, diz Ohana.

E o mindfulness, além de ser uma habilidade muito boa de se dominar, também pode ajudar a suavizar pensamentos negativos. John Whaite, vencedor do programa de TV “The Great British Bake Off” em 2012, já disse publicamente que criar pães, doces e bolos o ajuda a controlar sua depressão maníaca.

Pincus disse que quando você está com a consciência voltada ao aqui e agora, como é o caso quando faz bolos, por exemplo, “você não está remoendo pensamentos na cabeça, algo que sabidamente conduz à depressão e aos pensamentos tristes –está fazendo algo produtivo. E o que é gostoso de assar bolos e bolachas é que ao final do processo você tem um resultado positivo muito concreto, algo que, além disso, pode ser muito benéfico para outras pessoas.”

Preparar pães ou bolos para outras pessoas é uma forma de altruísmo.

O que está ao cerne de preparar bolos ou biscoitos para outra pessoa é o próprio ato de doar. O processo de preparo do quitute pode contribuir para um senso geral de bem-estar, e doar o que se criou intensifica essa sensação.

“Assar bolos para outros pode elevar o senso de bem-estar, contribuir para a redução do estresse e fazer você sentir que fez algo de bom para o mundo, o que pode intensificar sua ligação com outras pessoas e fazê-lo sentir que a vida tem mais sentido”, disse Pincus ao HuffPost.

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Preparar bolos e biscoitos com a intenção de dá-los a outras pessoas é uma forma de altruísmo – ou seja, é um sacrifício que você faz por outra pessoa –, e os benefícios desse ato de generosidade já foram fartamente estudados.

Mas, segundo Whitbourne, “preparar bolos para outras pessoas também possui um valor simbólico, porque o prato carrega um significado tanto físico quanto emocional. Os maiores benefícios advêm quando você assa biscoitos ou bolos não para chamar a atenção ou competir com outros, mas quando você simplesmente quer compartilhar os bolos com outras pessoas que você imagina que vão apreciá-los. Desde que você seja bom em fazer os bolos ou biscoitos.”

Se assar bolos é uma atividade que o deixa estressado, você não terá as mesmos resultados psicológicos positivos. “Se uma pessoa tem fobia de cozinhar ou assar, então não deve praticar essa atividade. Assar bolos ou biscoitos é bom para pessoas que já tenham um nível básico de familiaridade com a cozinha”, diz Ohana. Pincus concorda: “Desde que não seja estressante nem uma obrigação, essa atividade pode ser benéfica para todos.”

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“Acho que oferecer comida a outra pessoa é reconfortante tanto para a pessoa que recebe a comida quanto para aquela que a serve e oferece.”

Estamos plenamente de acordo.

Por: huffpostbrasil

Adaptação: Ana Luiza Beniz – Cozinhando Sempre Bela

Doces Abraços Docinhos!

HISTÓRIA DA COXINHA, A RAINHA DO BOTECO


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Olá Docinhos!

Reza a lenda que a coxinha surgiu graças aos caprichos de um garoto na Fazenda Morro Azul, em Limeira, interior de São Paulo, ainda no Brasil Colonial. Mas não era qualquer criança.

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No livro “História, Lendas e Curiosidades da Gastronomia (ed. Senac), a autora Roberta Malta Saldanha conta que o filho da princesa Isabel e do Conde d’Eu, criado na fazenda -isolado da corte porque era considerado uma criança especial – só gostava de comer coxas de galinha.

Segundo o livro, certo dia, ao perceber que não havia coxas de frango o suficiente para o almoço, a cozinheira da fazenda, já prevendo a histeria do garoto por falta da sua comida predileta, teria desfiado outras partes da ave e moldado em uma massa à base de farinha e batata.

O garoto teria gostado tanto do prato que a notícia se espalhou e a imperatriz Tereza Cristina quis experimentar o famoso quitute. Encantada pelo saboroso petisco, a nobre solicitou que a receita fosse passada ao mestre da cozinha imperial e assim, no boca a boca, a coxinha ganhou os salões da realeza brasileira.

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Apesar de curioso, não há confirmações históricas do fato. Quem se importa? Verdade é que a coxinha, o mais brasileiro dos quitutes, tem fãs inveterados do Oiapoque ao Chuí. De tão popular, foi ganhando versões ao longo do tempo.

Há coxinhas com requeijão no recheio e aquelas à base mandioca, mandioquinha ou batata doce. Há até versões com toque indiano que levam curry no preparo. Mas independente da receita o que vale é comer coxinha a qualquer hora.

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Eu amo coxinha, e você?

Doces Abraços Docinhos!

Marmita rende bom faturamento para empresários e economia para clientes


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Olá Docinhos!

Quem trabalha sabe como está caro comer fora de casa. Por isso, tem crescido muito o serviço de marmitas saudáveis congeladas.

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O mercado de marmitas congeladas é o que mais cresce dentro do segmento de refeições coletivas, segundo a ABERC, a associação que reúne as empresas do setor. Uma dessas empresas, em São Paulo, viu seu faturamento subir mais de dez vezes em menos de três anos.

Giuliana Boffa trabalha fora e levava a comida preparada pela mãe. Quando descobriu a marmita congelada, virou cliente. “É prático, eu moro sozinha, então fazer comida pra uma pessoa, além de gastar muito tempo, a gente acaba gastando mais, eu como no meu serviço, une praticidade e economia”, afirma.

A marmita que a Giuliana compra é preparada em uma empresa na Grande São Paulo. Os donos enxergaram uma oportunidade. Alex Mello trabalhava em hotelaria, Antonio Lima era representante comercial de uma marcenaria. Eles largaram os empregos para vender marmitas.

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O investimento inicial foi de cinco mil reais. “Você consegue começar com o mínimo mesmo, começar como MEI, já tem aí uma redução total de custo, de impostos, enfim, além de materiais mesmo, você consegue começar com o básico, um freezer, uma geladeira, uma máquina para selar, e depois conforme for crescendo a produção você ir investindo o que a empresa já tá ganhando mesmo”, explica Antonio Lima, empresário.

Hoje eles empregam dez pessoas e sabem que um grande atrativo para o consumidor é mesmo o preço. Os empresários fazem tudo para economizar e poder vender mais barato. O mês inteiro caçam ingredientes em promoção e quando acham, compram e estocam. Tem dez geladeiras para armazenar. Com esses cuidados conseguem vender uma marmita por R$ 7,50, barata e leve, para manter a forma.

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Noventa por cento dos clientes pedem marmita fitness. “Uma marmita que tem menos sódio, menos gordura, reduzida também em quantidade. Dessa forma, consequentemente vai ser reduzida em calorias também”, explica Elaine Maruyama, nutricionista.

Para não perder mercado, a empresa também tem opções mais completas e mais caras. Algumas marmitas mais elaboradas custam até R$ 32. As vendas são feitas pela internet. “Temos também famosos que são parceiros e ganham a dieta em troca de divulgação”, comenta Alex Mello, Empresário.

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A entrega é um ponto chave do negócio. É preciso ser rápido e econômico. O frete é cobrado à parte. “A gente divide a cidade de São Paulo em quatro regiões. Cada dia a gente direciona nosso entregador pra uma região, fica um custo mais barato, mais econômico, mais rápido”, explica Antonio Lima, empresário.

A empresa entrega 400 marmitas por dia. Em dois anos e meio de funcionamento, o faturamento da empresa pulou de R$ 60 mil pra R$ 720 mil. Crescimento de mais de mil por cento.

Uau, que delícia! Lembro que desde pequena, minha mãe ia trabalhar e sempre levava marmita, admirava muito o amor dela pelos alimentos e o carinho com que fazia. Vejo o mesmo nas marmitas da Ki Light , espero comer algum dia.

Por: x

AdpataçãoAna Luiza Beniz – Cozinhando Sempre Bela

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A CoziBela

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Sou Ana Luiza Beniz.Carioca,Gastronôma, Confeiteira e Blogueira de Gastronomia.Seja bem-vindo ao Cozinhando Sempre Bela, meu Docinho!