O red velvet cai nas graças dos cariocas


Comida, Doce, Notícia 18.mar.18 Nenhum Comentário

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na forma de brigadeiro recheado: hit no cardápio da Brigadeiros do Tuíter

Um clássico das cafeterias americanas, o bolo vermelho se multiplica nos cardápios da cidade em saborosas versões.

O vermelho intenso da massa contrasta com a cor do recheio, que é branco como nuvem, num eficiente jogo de sedução. Não há quem passe indiferente por uma fatia de red velvet. Um dos doces mais vendidos nos Estados Unidos, o veludo vermelho (na tradução de seu nome, uma alusão à cor e à textura fofa), bolo de massa colorida e recheio à base de cream cheese, vem ganhando atenção de chefs e confeitarias cariocas. “Eu gosto é da estrutura em camadas, que mantém a mesma proporção de recheio e de massa”, explica Pedro de Artagão, que criou para a filial do Blue Note no Rio uma variação com recheio de maracujá. Ele garante que ela vende mais que a torta de chocolate, outra opção da carta de sobremesas. Apresentado ao doce pelas filhas, o restaurateur Marcelo Torres escolheu a receita clássica, mas com frutas frescas, na hora de elaborar o cardápio do asiático Xian. Segundo ele, são vendidas cerca de 200 fatias por semana. A comoção em torno da sobremesa levou a variações como a recheada de bolinho de iogurte, hit na Brigadeiros do Tuíter, e despertou o interesse até da gigante Kibon, que lançou o Magnum Red Velvet, picolé cremoso de morango com chantili.

A sugestão do Xian: frutas frescas na cobertura

A versão do chef Pedro de Artagão: no cardápio do Blue Note

O lançamento da Kibon: picolé cremoso de morango e chantili
Como costuma acontecer com preparações antigas, a origem do red velvet é cercada de controvérsias. Há quem diga que o cacau em pó produzido na década de 20, de alta acidez, ganhava coloração avermelhada ao ser aquecido. Outros acreditam que o doce teria surgido na Segunda Guerra, quando a escassez de ingredientes teria levado cozinheiros a usar beterraba na fabricação de bolos. Mas a verdade é que a versão que conhecemos hoje está associada a uma bela jogada comercial. Nos anos 40, John Adams, dono da Adams Extract, no Texas, passou a divulgar uma receita intitulada red velvet cake como forma de alavancar as vendas de seu corante alimentício — o ingrediente, aliás, ainda é amplamente usado. Depois de anos ignorado pelos gourmets, que consideravam o bolo sem graça ao paladar, ele foi ficando mais saboroso, mais elaborado e até saudável. O corante tem sido substituído por suco de beterraba, como fez Artagão, e há até uma preparação sem glúten nem lactose, à venda na Carolina Sales Fit. Em 1996, a inauguração da Magnolia Bakery, em Nova York, célebre ponto de encontro de Carrie Bradshaw e suas amigas na série Sex and the City, ajudou a alçar o doce ao estrelato ao transformá-lo num cupcake. Por aqui, ele também já virou cookie e brownie. Como se vê, a receita vermelha de Mr. Adams continua ecoando mundo afora e atiçando o desejo dos comensais.

Por: Veja Rio

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Bares, hotel e shopping celebram Saint Patrick’s Day com eventos regados a chope verde


Comida, Diversão, Doce, Notícia 13.mar.18 Nenhum Comentário

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A data de 17 de março poderia ter um tom tristonho por se tratar do dia escolhido para lembrar a morte de São Patrício, padroeiro da Irlanda e tido como responsável por introduzir o cristianismo no país. Em vez disso, os irlandeses celebram o Saint Patrick’s Day com festa — regada a muita bebida —, e este, certamente, foi um dos motivos para a popularização da celebração em outras partes do mundo. O Brasil já aderiu. E, no Rio, a tradicional cerveja verde que se tornou símbolo da celebração — e remete ao trevo que o santo usava pregado à roupa — será encontrada em diversos estabelecimentos da Barra.

A praça central do Downtown vai ser transformada num pedacinho da Irlanda. A primeira edição do St. Patrick’s Day no shopping reunirá gastronomia, cerveja e música da próxima quinta até sábado, do meio-dia às 22h. O blog Maria Cevada assina a curadoria e levará 20 marcas de cerveja — entre elas, 2Cabeças, Hocus Pocus, Motim e Noi — e cinco de gastronomia, incluindo Burgerzin, The Burger Experience e Vulcano.

Amanda Henriques, jornalista, sommelière de cerveja e criadora do blog, conta que os elementos típicos ajudam a entrar no clima da festa.

— O St. Patrick’s Day está ficando muito conhecido no Brasil, e o público vai encontrar estandes com cervejas verdes, e também de tipos como irish stout e dry stout; bandas típicas; e petiscos com pegada irlandesa. Além disso, o Downtown estará decorado, criando uma imersão muito legal — aposta.

A festa terá shows no melhor estilo irlandês. Com pegada folk, haverá Café Irlanda e Tailten. Vai ter rock também, a cargo da banda U2 Cover Rio e da cantora Deia Cassali.

O Down Jones Market Beer, bar dentro do shopping, fará sua própria comemoração, também de quinta a sábado. A cada noite, a partir das 20h, uma banda se apresentará: o destaque é a Black Bird, cover dos Beatles, no último dia. O chope verde, claro, será servido. A casa ainda receberá a invasão da Cervejaria Colorado. Quem chegar usando uma peça e um chapéu verdes ganhará um copo da cervejaria.

 

O Grand Hyatt entrará nessa viagem pela primeira vez e levará hóspedes e visitantes paraaproveitar o St. Patrick’s Day no Cantô Gastro & Lounge, no sábado, das 18h às 22h. O restaurante dará um toque esverdeado ao cardápio e à carta de bebidas. O hambúrguer de picanha — feito com queijo curado, tomate, cebola caramelizada, picles de maxixe e maionese — será servido no pão verde. A cerveja verde será da Mohave, e estarão disponíveis também drinques feitos com uísque.

— Na Irlanda, a maioria dos drinques típicos leva uísque, como o café irlandês e o irish car bomb, que mistura cerveja preta, uísque e licor cremoso de uísque — explica o supervisor do restaurante, Celso da Silva Jr.

Na rede Mestre-Cervejeiro, a St. Patrick’s Week estará em cartaz nesta segunda até sábado. As lojas, incluindo as da Barra (3177-1452) e do Recreio (3511-3638), ganharão decoração temática, e músicas típicas irlandesas serão ouvidas. Já o Banana Jack oferecerá, de sexta a domingo que vem, o combo de Jack Cheese Burguer, servido com pão e chope verdes, a R$ 34,90.

Por: Jornal o Globo

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Rio vai sediar primeira feira nacional de comida de rua


Comida, Doce, Notícia 13.mar.18 Nenhum Comentário

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Pecado Capital, do Garage Burguer, é a sensação da Zona Oeste

Rio – Com certeza, os fracos de estômago irão tremer diante do monumento de 25 centímetros de altura e um quilo. Até mesmo os fígados mais resistentes hesitarão frente ao monstro de 25 centímetros de diâmetro, recheado com cerca de dois quilos dos mais variados – e gordurosos – ingredientes. Porém, aqueles que aceitarem o desafio poderão ficar cara a cara com os gigantes da gastronomia de rua do Rio na 1ª Feira Nacional do Podrão, no próximo fim de semana, na Tijuca. A estimativa é que o evento atraia, pelo menos, cinco mil bocas sedentas por uma mordida em uma dessas delícias.

O evento foi organizado pela cientista social Natália Alves, 27 anos, e a fonoaudióloga Suzanne Malta, 37, do blog ‘Onde comer no Rio’. “Vai ter barraca de X-Tudo, cachorro-quente, açaí, acarajé, churrasquinho no espeto, salgadinho de festa no copo, churros, pastel com refil de caldo de cana, caldos, sopas e batata frita de Marechal Hermes”, contou Natália, reconhecendo que o termo podrão até pode assustar quem não vive no Rio. “Mas o carioca está acostumado. Podrão é a forma carinhosa de se referir à comida. Ninguém nasceu comendo hambúrguer gourmet. Temos que valorizar essa comida e não tem porque esconder o nome podrão”.

Entre as sensações do evento, o gigantesco cachorro-quente ‘Colosso’ e o titânico X-Tudo ‘Tenebroso’, obras dos irmãos Thiago e Francisco Fonseca, da barraca Bebezões, em Rio das Pedras. Eles montaram o negócio há dois anos, quando estavam desempregados, oferecendo sanduíches convencionais. No entanto, um sonho mudou os rumos do trabalho. “Meu irmão sonhou que tinha sido engolido por um hambúrguer gigante”, disse Thiago. A partir dai, eles investiram nos mega podrões. “Um amigo lançou um desafio: quem comer o Colosso ou Tenebroso sozinho, ele paga R$ 100, mas até agora ninguém aceitou”, destacou Thiago.

A feira será no sábado e domingo, na Rua Morais e Silva 94, na Tijuca. A entrada é franca.

Em Campo Grande, um megapodrão

A garagem de uma casa em Campo Grande é o berço de um dos mais descomunais podrões do Rio. Batizado de ‘Pecado Capital’, o sanduíche leva nada menos do que sete hambúrgueres, e a mesma quantidade de ovos, queijo, presunto, fatias de bacon, além de salada, molho especial e batatas rústicas. “Tem gente que vem só para ver os outros comerem. Todos ficam abismados com o tamanho do podrão”, afirmou Ana Maria Alves, a Tia Ana, que fundou a Garage Burguer há oito anos com o marido Sandro Luís de Oliveira.

Chef defende incentivo com fiscalização

Para o chef e consultor gastronômico Eduardo Jacobson a chamada ‘baixa gastronomia’, comidas gostosas que fogem dos padrões convencionais da culinária profissional, onde se encaixa o podrão, deveria ser mais incentivada no Rio. Especialista em gastronomia asiática, Jacobson afirma que no Sudeste da Ásia, a comida de rua é muito forte. “Faz parte do dia a dia do cidadão parar numa barraquinha, tomar uma sopa, um macarrão. Acho isso bacana”, disse, destacando a importância da fiscalização da higiene e segurança alimentar.

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Por: O Dia

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Sou Ana Luiza Beniz.Carioca,Gastronôma, Confeiteira e Blogueira de Gastronomia.Seja bem-vindo ao Cozinhando Sempre Bela, meu Docinho!