Visitando a nova loja da Cacau Noir


Comida, CSB, Diário da Nalu, Diversão, Doce, Notícia 17.out.17 Nenhum Comentário

Olá Docinhos!

No dia 14 de outubro foi conhecer a nova loja da Cacau Noir, que fica localizada no Barra Shopping aqui no Rio de Janeiro.

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Paixão, criatividade e blends de chocolates elaborados com os melhores grãos de cacau selecionados mundo afora são os ingredientes que traduzem a história da Cacau Noir. Criada em 2004, por Solange e Adriana Wiltgen – mãe e filha – a marca completa 13 anos de sucesso.

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Ganaches, trufas e barras estampam o sabor inconfundível da marca. As coleções desenvolvidas com alta concentração de cacau e ingredientes naturais proporcionam o prazer a quem valoriza a intensidade do puro chocolate. Ao todo são 9 lojas da marca, espalhando o que há de melhor do seu chocolate.

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A loja tem produtos lindos e deliciosos, tive oi prazer de experimentar um delicioso bombom de framboesa, uma delícia! Há espaço para sentar e degustar o melhor chocolate do Rio de Janeiro, uma verdadeira explosão de aromas e sabores. Há várias opções para presentear e sem falar na vontade de comprar a loja toda. Difícil resistir!

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Deliciosos, não é mesmo? Convido a vocês fazerem uma visita a Cacau Noir.

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Tive a honra de ter tido meu livro autografado pela Solange, uma pessoa querida e iluminada. Obrigada pelo carinho, atenção e a acolhida que teves e tens por mim. Obrigada!

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Amei ter vivido essa experiência maravilhosa na Cacau Noir, em breve a nossa próxima parada será na fábrica. Aguardem docinhos!

Doces Abraços Docinhos!

 

Confeitaria Colombo inaugura salão de chá no CCBB


Comida, Diversão, Doce, Notícia 28.set.17 Nenhum Comentário

Olá Docinhos!

Suco, pães, biscoitos leque e outros produtos tradicionais chegam ao centro cultural.

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A tradicional Confeitaria Colombo se une ao Centro Cultural do Banco do Brasil e inaugura um novo espaço dentro deste prédio centenário. No dia 12 de outubro, aniversário do CCBB, começa a funcionar a Casa de Chá, um espaço que oferece os produtos da confeitaria que é patrimônio cultural do Rio de Janeiro. O horário de funcionamento será de quarta a segunda, das 10h às 20h.

No cardápio, os doces e salgados que fazem parte da história da confeitaria, além de um tradicional Chá da tarde que recebeu o nome do Centro Cultural. O Chá CCBB é acompanhado de torrada petrópolis, mel, geleia, bolo, doce, suco, pães e biscoitos leque.

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Todos os produtos comercializados serão feitos na sede da Colombo, que também fica no centro da cidade, a poucos metros do centro cultural – uma caminhada de aproximadamente 10 minutos. Vale conhecer os dois prédios que são marcantes na história da cidade.

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“Queremos proporcionar aos nossos visitantes uma experiência marcante, unindo o prédio centenário do CCBB com a sofisticação e a tradição da confeitaria Colombo. Agora, em um mesmo andar, exposições, teatros, a melhor vista da rotunda do CCBB e a Colombo. O programa de nossos visitantes está completo.” Afirma Fábio Cunha, Gerente do Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro.

Doces Abraços Docinhos!

Entenda a crise da baunilha que tem abalado a confeitaria mundial


Comida, Doce, Notícia 20.set.17 Nenhum Comentário

Olá Docinhos!

Madagáscar, produtora de 80% da baunilha utilizada em todo o mundo, passa por problemas de clima e políticos e ameaça mercado. Confeiteiros tentam segurar eventual alta nos preços e procuram alternativas com outros fornecedores.

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O mundo da confeitaria está alvoroçado. Tudo por causa de um ingrediente essencial à arte dos doces, a baunilha. Há uma crise grave envolvendo o produto, que vem provocando o aumento de preços nos últimos anos. A baunilha custa hoje dez vezes mais do que custava há cinco anos. E o problema foi intensificado recentemente por causa de um ciclone que destruiu 30% das plantações em Madagáscar, o maior produtor mundial.

Baunilha é uma especiaria cara – as sementes usadas para perfumar e dar sabor aos doces são encontradas no interior de favas de um tipo de orquídea, a Vanilla planifolia. Dá um trabalho absurdo produzi-las. A polinização tem de ser feita manualmente, assim como a colheita e o processamento, que envolve lavar as favas em água quente, secar, enrolar em mantas de lã por 48 horas e depois deixar secar ao sol. Leva meses.

Com tamanha intensidade de trabalho, a produção é limitada. Por causa disso, anos atrás, a indústria substituiu a baunilha natural por um aromatizante sintético, a essência de baunilha, muito mais barato. Acontece que com a recente guinada em direção aos produtos naturais, na última década, a demanda pela baunilha natural aumentou muito – até gigantes como a Nestlé e a Hershey’s foram obrigadas a trocar a essência artificial pela baunilha natural – mas a produção ainda não cresceu. A orquídea leva cinco anos para começar a produzir e depois que a baunilha é colhida, mais dois anos para a próxima safra. O problema está sendo sentido no mundo todo.

Favas da baunilha, utilizada em diversos pratos da culinária mundial

A crise foi severamente aprofundada pelo ciclone Enawo, que atingiu Madagáscar em março. A ilha é a maior produtora da especiaria no mundo e passa por um período extremamente conturbado. O desastre natural destruiu pelo menos um terço da safra e deixou cinquenta mortos. Com isso, o preço do quilo disparou: passou de U$ 54 em 2014 para U$ 444 em 2017, segundo informações do importador Didier Jaumont, que fornece baunilha para alguns dos principais confeiteiros de São Paulo.

A cidade já começa a sentir os efeitos dessa instabilidade, pelo menos na distribuição. Nelo Linguanotto, diretor-executivo da Bombay, marca de ervas, especiarias e pimentas, teve que procurar alternativas. “Tivemos problemas de fornecimento, o que impactou a qualidade e o preço do produto”, afirma. Neto explica que a empresa trocou seus fornecedores e se voltou para outros mercados. Países como o México e a Indonésia viraram uma alternativa.

O trabalho de Viviane Wakuda, confeiteira que fornece doces yogashi para diversos restaurantes em São Paulo, já foi afetado pela crise da baunilha. Ela diz que notou a alta desde o ano passado, mas que tem segurado o repasse para os clientes. E reduziu os produtos elaborados com o ingrediente. “Meu carro-chefe é o choux cream, que leva baunilha. Mas tenho usado itens como o matchá para receitas novas”, afirma. Ainda têm baunilha mas diz que guarda como ouro.

A destruição provocada pelo ciclone não é capaz de explicar a complexidade da crise. Jaumont diz que o problema se explica também por causa da preferência do consumidor. “Os clientes querem a baunilha bourbon, que só é encontrada na região de Madagáscar.”

Problemas estruturais de Madagáscar complicam ainda mais o imbróglio. A baunilha se tornou objeto de grande desejo na ilha. Com as plantações localizadas em fazendas difíceis de policiar, e os preços elevados, os roubos são frequentes. Para evitar a vulnerabilidade das plantações, algumas empresas têm comprado lotes inteiros e colhem a baunilha antes do tempo. Isso faz com que sejam necessárias mais favas para se extrair a quantidade de vanilina, o principal composto presente nas favas, primordial fazer o extrato e a essência.

Produto vem se tornado artigo de luxo em confeitarias de São Paulo

Jaumont afirma, que no passado comprava favas de 17 cm a 23 cm, mas hoje é quase milagre encontrar a especiaria com mais de 15 cm.  Com a situação preocupante em Madagáscar já há especulações de que o país vai perder a posição de primeiro produtor mundial para a Indonésia.

Yes, nós temos baunilha. A Vanila edwalli é encontrada numa faixa de terra que vai do Brasil até o México – o trajeto original deve ter sido inverso, já que a espécie é mexicana nativa. A especiaria, usada pelos astecas para perfumar o chocolate, foi levada para o mundo pelos espanhóis, assim como o cacau, entre outros produtos.

Aqui, onde chegou naturalmente, é encontrada principalmente em Goiás e conhecida como a baunilha do Cerrado. Simon Lau, chef dinamarquês radicado em Brasília, trabalha com o que chama da baunilha “original”. Ele explica que a baunilha do Cerrado é mais frutada, enquanto a bourbon é mais perfumada, porém ambas podem ser usadas da mesma forma na confeitaria e cozinha.

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O chef conta que prefere usar a baunilha brasileira não apenas pelo sabor, mas também pelo charme que ela tem. A safra vai dos meses de abril a maio e, é nesse curto período que se consegue achá-la. Depois disso, a especiaria some das prateleiras.

O chef tem, inclusive, duas plantações da baunilha do Cerrado para utilização própria. Isso porque, devido ao complicado processo de polinização, existem poucas lavouras voltadas ao comércio. Ou seja, o Brasil poderia estar no mapa da baunilha, mas ainda não conseguiu profissionalizar o negócio.

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Existem algumas iniciativas para estimular a produção da baunilha do Cerrado, tornando o produto sustentável e comercialmente viável, entre eles o instituto Atá.

Três formas de perfumar

Fava

A fava da orquídea Vanilla planifolia tem o interior recheado de sementes perfumadas. Cara e de difícil produção, é considerada o melhor aromatizante natural e cobiçada por confeiteiros do mundo todo. Processada manualmente, tem aroma e sabor incomparáveis.

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Extrato

O extrato de baunilha é um produto natural, obtido pela infusão de fava e das sementes com bebidas como rum, uísque ou vodca. Por extrair a substância diretamente da planta, é considera-se boa alternativa para receitas.

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Essência

A essência, de uso mais popular e comum nas receitas, é um aromatizante sintético, feito a partir de vanilina – não leva baunilha natural e por isso custa menos. É o preferido pela indústria de doces, mas com a onda da valorização de produtos naturais, em que embarcaram até gigantes como Nestlé e Hershey’s, vem perdendo espaço para o extrato natural.

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Amo baunilha e tenho muita vontade de experimentar a baunilha do cerrado, trouxe esse assunto porque acredito que é de extrema importância tanto para nós da área de Gastronomia quanto consumidores. Espero que tenham gostado.

Por: Paladar Estadão

AdaptaçãoAna Luiza Beniz – Cozinhando Sempre Bela

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A CoziBela

A CoziBela

Sou Ana Luiza Beniz.Carioca,Gastronôma, Confeiteira e Blogueira de Gastronomia.Seja bem-vindo ao Cozinhando Sempre Bela, meu Docinho!